segunda-feira, 26 de março de 2012

PF Investigadas hospedagens de dep. maranhense em hotéis de Teresina

Os promotores de Justiça e agentes da Polícia Federal estão checando nos hotéis de Teresina se alguém do Maranhão, notadamente os que estão sendo citados na mídia, por envolvimento com Nayra Veloso, teriam estado na capital piauiense até o dia em que a estudante Fernanda Lages foi encontrada morta, em 25 de agosto de 2011.
Dep. Marcos Caldas
O desaparecimento para os lados do Maranhão do automóvel Fox, que teria sido visto na cena do crime de Fernanda e, posteriormente, na sede da Cico, pelo advogado Lucas Villa e, agora, o surgimento do deputado Marcos Caldas (foto à esquerda) e do advogado Ronaldo Ribeiro (foto abaixo) nas ligações com Nayrinha, passaram a ser novos focos de investigação.

O automóvel Fox, que teria sido usado por um policial civil – nunca identificado – seria o carro que seguia Fernanda Lages do bar Pernambuco até a obra do Ministério Público, na Avenida João XXIII, na madrugada do dia em que ela foi encontrada morta.

O estranho em tudo isso, segundo uma fonte do Portal AZ, é que surgiram os maranhenses na história de Fernanda Lages: o deputado Marcos Caldas, que tem negado que sequer conhecia Nayrinha e o advogado Ronaldo Ribeiro que veio de São Luís para fazer a defesa dela, de graça, que confirmou inclusive ter conhecido Fernanda.
Adv. Ronaldo Ribeiro
 Personagens de longas farras com mulheres de programa em Teresina, a maioria aliciadas por Nayrinhas, os maranhenses eram sempre vistos em hotel de luxo e nas casas noturnas da capital.

Uma testemunha chegou a dizer ao Portal AZ que Nayrinha andava numa Hulix de Marcos Caldas, com direito a motorista, e ia recebe-lo com mulheres de programa no aeroporto. Ronaldo Ribeiro, por seu turno, nega que Caldas conheça Nayrinha.

Mas é o próprio advogado que, apesar de ser casado em São Luís, confirma suas noites de orgias em Teresina e que é amigo de Nayrinha e de outras amigas de Fernanda Lages. “Eu conheci a Fernanda atráves da Nayra, que eu já conhecia há cerca de dois anos”, disse ele ao jornal O Dia.

Relações estranhas
Sobre se estaria em Teresina no dia do crime, o advogado afirma que naquela data ele e o deputado Caldas estavam em São Luís.

Esse é o ponto que está sendo investigado, uma vez que, apesar de negarem, o deputado e o advogado são tidos como muito próximos de pessoas ligadas ao engenheiro Jivago Castro. Caldas aparece inclusive em foto, atrás do deputado Marcelo Castro (e esposa) no casamento de um primo de Jivago.

Há testemunhas que viram Ronaldo Ribeiro no corso do Zé Pereira, em Teresina, na companhia de pessoas ligadas ao empresário João Costa, tio de Jivago.

Do blog do Cutrim/JP

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