quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cesta básica em São Luís aumentou mais de R$ 6 no último mês


O valor da cesta básica para o ludovicense ficou mais caro no mês de marcos deste ano. De acordo com pesquisa do IMESC, houve um aumento de R$ 6,77 em relação a fevereiro

O valor da Cesta Básica calculado pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) para o município de São Luís foi de R$ 250,17 no mês de março de 2014.

Comparando com o mês anterior, fevereiro de 2014, o conjunto de gêneros alimentícios essenciais apresentou uma aumento de R$ 6,77, ou seja, uma variação mensal de (2,8%).

Entre os 12 produtos que compõem a cesta, nove itens contribuíram para o seu aumento: o tomate (8,1%), o pão (6,3%), o leite (3,8%), o feijão e o óleo (3,2%), a manteiga (2,7%), o arroz (0,7%) a carne (0,5%) e o café (0,3%). E 03 (três) itens apresentaram redução: a farinha (-4,1%), o açúcar (-2,0%) e a banana (-1,8%).

Sobre as 18 capitais, em que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - DIEESE realiza mensalmente o cálculo da Cesta Básica, o da capital maranhense é o segundo mais baixo do país, fincando atrás apenas de Aracajú, capital do estado de Segipe. Confira o valor para o mês de março de 2014 entra as outras cidades:

- Porto Alegre (R$356,17)
- São Paulo (R$351,46)
- Florianópolis (R$345,63)
- Rio de Janeiro (R$345,11)
- Vitória (R$343,70)
- Campo Grande (R$329,61)
- Curitiba (R$329,55)
- Brasília (R$323,02)
- Goiânia (R$310,04)
- Belém (R$308,45)
- Manaus (R$308,19)
- Belo Horizonte (R$296,83)
- Fortaleza (R$286,41)
- Recife (R$280,06)
- Salvador (R$272,56)
- Natal (R$271,31)
- João Pessoa (R$263,17)
- Aracaju (R$225,82)

Segundo o DIEESE, os preços dos gêneros alimentícios essenciais subiram em nove das 18 capitais. As maiores elevações foram apuradas em Aracaju (5,31%), Florianópolis (2,49%) e Rio de Janeiro (1,35%). Retrações ocorreram em João Pessoa (-3,47%), Manaus (-3,44%) e Brasília (-2,91%).

Para adquirir os produtos que compõem a cesta, o trabalhador que ganha um salário mínimo, precisou comprometer 34,6% da sua renda no mês de março de 2014. Então, tomando como base uma jornada de trabalho de 220 horas, o trabalhador precisou laborar 76 horas e 01 minutos para obter um montante equivalente ao valor da cesta. Deste modo, apenas 65,4% do salário estaria disponível para outras despesas como: habitação, vestuário, transporte, higiene, lazer, entre outras.


Fonte: O Imparcial

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