domingo, 9 de agosto de 2015

Os poderosos da república brasileira que aviltam e destroçam o país de hoje, leia

Imagem de ilustração

O momento delicado pelo qual atravessa a nação brasileira, definitivamente não é uma situação simplória, pelo contrário, merece análises mais aprofundadas, a princípio identifica-se uma profunda indiferença, algo que beira a irresponsabilidade, porque não dizer omissão de parte dos poderes que institucionalmente fundaram a República brasileira (Executivo, Legislativo e Judiciário).

Não desprezível também é o estrago causado, diuturnamente, pelo bastardo intitulado de quarto poder, a mídia, enfeixada em mãos inescrupulosas, fabrica, envenena e dissemina um bombardeio de informações por todo o Brasil, isto acontece desde as eleições de 2014. Com um tiroteio incessante destes não há economia, nem política e nem boa governança que resista, na maior parte das vezes levianas, como o caso do senador Romário (1). E prossegue ofertando ainda, vida as lamúrias de Aécio Neves que não se conforma com a derrota das urnas. Continua a forçar um terceiro turno.

O Legislativo na pessoa de seu presidente Eduardo Cunha e sua turba celerada estão sempre a postos, a pautar votações “bombas” impactantes na já frágil economia brasileira, deixando a Republica ingovernável (2). Fazem isto em nome de uma certa independência da casa legislativa ou mesmo por se declararem de oposição, ou por picuinhas menores contra a presidente Dilma, ou ainda para se protegerem de denúncias do Ministério Público Federal - MPF, que têm como seu principal desafeto Rodrigo Janot, que para tais quer vê-los fora de combate. Isto ocorre num gesto irresponsável, antipatriótico e desumano de Cunha que se elegeu no guarda-chuva largo do governo.

O Executivo com o ministro José Eduardo Cardozo, muito bem falante, mas que não chefia seus subordinados, permitindo por sua vez que agentes da Polícia Federal – PF, identificados com partidos de oposição ao governo faça escolhas idênticas nas investigações, preferencialmente a personagens ligadas ao governo, oferecendo munição letal a oposição, em que, delegados realizam monitoramento de presos sem autorização judicial, como tem sido amplamente divulgado pela imprensa, a exemplo do que ocorrera com o delator Yussef (3 e 4), entre outras questões.

O MPF tendo a frente Rodrigo Janot exercendo pouca liderança entre seus quadros permitindo desarmonia e dissenso (5), tem pouca noção de nacionalismo à medida em que faz parceria com organismos estrangeiros para investigar o patrimônio nacional empresarial, deixando nocauteada, destroçada a iniciativa privada brasileira, ante a concorrência do capital megalomaníaco internacional, quiçá o americano, recém saído de uma grave crise, sedento de novas oportunidades (6).

O Judiciário detentor de um Supremo Tribunal Federal – STF, apático, permitindo o juiz Mouro rasgar a Constituição Federal, ao tempo em que decreta prisão de suspeitos como forma de tortura psicológica para obter confissão (delação premiada). Condenando-os mesmo antes de serem julgados, detonando o princípio da Presunção de Inocência, uma importante garantia constitucional. Magistrado que se dar o luxo de impedir advogados de visitar seus patrocinados. Permite vazamentos selecionados de informações e investigados. Concede entrevistas valorativas sobre o caso em que ora atua sem o menor pudor (7).

E por fim os conglomerados de mídia, escrita, digital e televisada, com ênfase nos grupos Globo, Folha, Estadão, Veja, Época etc., com raros lampejos de cidadania de alguns jornalistas mais coerentes. Estes veículos de comunicação citados fazem juras de terra arrasada, torcem de manhã, à tarde e à noite pelo pior. Um bom exemplo disto estão nos links a seguir (8 e 9).

Estas facções de mídia despejam a cada segundo do noticiário nacional uma montanha de maledicências contra o Executivo, contra a economia (porque ela se retrai e dificulta o crédito) e contra os nacionais (porque são os mais prejudicados), principalmente contra o povo mais humilde que não tem como filtrar este bombardeio de lixo, ruminado por uma imprensa revanchista e com tendência a influenciar golpes de estados, ditaduras e o que lhe mais aprouver.

Ao assistir o Jornal Nacional da Rede Globo veiculado no chamado horário nobre, causa espécie, ao telespectador esclarecido, ver-se claramente que o âncora da principal televisão do país se compraz e parece se deliciar ao anunciar com muita ênfase o pacote de maldades, ou seja, as notícias ruins das últimas 24 (vinte e quatro) horas, principalmente as que dizem respeito ao governo, à política e a economia. Isto é deprimente, desnacionalizante e com uma carga semântica pesada de antibrasilidade.

Veja-se que este é só um exemplo, horrível para um governo que quer acertar, mas é quase impossível com um obstáculo desta envergadura para remover segundo a segundo do caminho. Tudo isso vindo de setores poderosos que deveriam vestir o manto da responsabilidade e compartilha-los com os demais poderes republicanos, ajudando o país buscar a estabilidade econômica, seguindo nos trilhos democráticos e não conspirando pelo quanto pior melhor.

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