quarta-feira, 12 de agosto de 2020

BOLSONARO DÁ CABEÇA DE LÍDER AO CENTRÃO POR PAZ NA ECONOMIA, POR FERNANDO BRITO

Ricardo Barros, do PP e do Centrão, leva a liderança do Governo na Câmara, no lugar do Major Vitor Hugo, cuja presença é tão notável quando a de um hamster num Zoológico.
Daqui a pouco, Bolsonaro fará uma entrevista-monólogo, jurando amor ao teto de gastos e fidelidade à austeridade fiscal.
É um bilu-bilu em Paulo Guedes, para dar a impressão de que o Centrão trabalhará pelas propostas de mudanças tributárias e para que não se alarguem os cordões da bolsa da Viúva.
Rodrigo Maia, hoje, vai cansar as sobrancelhas de tanto arqueá-las ao ouvir a repetição das promessas de que não haverá proposta de criação de novos impostos.
Bolsonaro não chamou Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura, e Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional – os dois “fura-teto”, sem pedir que esperem um pouco com seus planos de gastar.
E todos farão cara de que os problemas estão superados tudo seguirá em paz e serenidade.
Não é assim.
Paulo Guedes só tem hoje – e nem mais de forma incondicional – da Globo e do mercado financeiro, mas não se vai desperdiçar com ele o pacote inteiro de velas.
Do Tijolaço
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