domingo, 21 de junho de 2020

NOS 16 ANOS DA MORTE DE BRIZOLA, A FALTA QUE ELE FAZ AGORA, POR FERNANDO BRITO

Hoje se completam 16 anos da morte de Leonel Brizola, de quem este blog toma emprestado o nome, pelos 20 anos em que partilhamos ideias e atitudes, tempo grande da vida de quem agora, sem a menor pretensão de ser seu porta-voz tardio, aprendeu com duas décadas diárias de convívio com um dos grandes da história das lutas populares.
Nunca digo, diante de fatos políticos do dia-a-dia, o que pensaria ou diria Brizola. Não me cabe, a mim ou a ninguém, pretender substituir quem é insubstituível.
A pedido de minha caríssima amiga Juliana Brizola, doce e combativa neta de Leonel, gravei um vídeo onde me aventuro a dizer o que, em cada corda da saudade que tenho, que Brizola, nestes dias de dor, seria um leão no país em que, diante da tragédia que vivemos, miam como gatos medrosos.
E divido com os leitores.
Do tijolaço
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